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O incômodo do uso de máscaras no calor

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(Foto: Reprodução)


 
As temperaturas altas que o país tem registrado e o ar mais seco em diversas regiões nos últimos dias devem permanecer até meados de outubro. A atual onda de calor traz um incômodo extra: as máscaras faciais, obrigatórias em espaços públicos e necessárias para barrar a transmissão da Covid-19.
 
Nos últimos meses as evidências científicas de que as máscaras oferecem proteção contra o novo coronavírus têm aumentado significativamente.
 
Em artigo divulgado em julho na revista científica Emerging Infectious Diseases, publicada pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), pesquisadores afirmam que as máscaras de tecido caseiras dão alguma proteção respiratória, ainda que com performance inferior à de máscaras profissionais, usadas em ambiente hospitalar.
 
Em sua página de internet, o Ministério da Saúde recomenda uso de máscara em todos os ambientes como forma de barrar a saída de gotículas potencialmente contaminadas.
 
Alguns tecidos, como algodão, podem ficar mais confortáveis no rosto do que outros, sintéticos, que aumentam a sensação de calor.
 
É preciso lembrar de levar várias máscaras para todos os lugares porque teremos de fazer mais trocas durante o dia
 
Médicos não recomendam o uso das máscaras do tipo N95 para os dias mais quentes. O equipamento voltado para uso de profissionais da área da saúde pode aumentar o desconforto e machucar o rosto quando usado por muito tempo.
 
Especialistas recomendam que as máscaras sejam feitas com pelo menos duas ou três camadas de tecido fino. As máscaras de tecido não têm padronização, mas não precisam ser tão grossas a ponto de dificultar a respiração.
 
(Fonte: FOLHAPRESS)